"Neste mundo há muitas palavras e pouco eco" (Goethe)... "A simplicidade é o último degrau da sabedoria"... Olhem a educação e formosura da FORMIGUINHA. Ela veio nos visitar só para nos dar "oi!". Que honra, dona FORMIGUINHA. Temos muito que aprender com você. Beijinhos!

  • AUTOR: FRANKLIN TÁVORA

a) O Cabeleira - José Gomes, o Cabeleira, oscila entre dois pólos: de um lado, a intrínseca pureza d'alma, legado de sua mãe Joana; de outro, a trilha do crime, que o pai, Joaquim Gomes, lhe outorgou. O romance conta a saga de um herói do mal, cujas atrocidades abalaram o Pernambuco do século XVII,I e denuncia a injustiça no Brasil, ao se discutir a pena de morte para um bandido, enquanto é praticado grande número de crimes prejudiciais à sociedade pelos mandatários (autoridades). Joaquim arrasta o garoto para o crime, em princípio treinando-o a matar passarinhos; depois, treinando-o a matar gente. Há no romance também a figura doce da menina amada pelo garoto José na infância, que, mulher feita (e mulher bela), constitui mais tarde ponto de ponderação para o herói malvado. Luisinha vem a ser a reminiscência da figura materna despertando no jovem matador sentimentos recônditos, de uma vida tranqüila, de um passado remoto. Mas era muito tarde para ele. Para a sua sobrevivência, era imprescindível matar; para conservar Luisinha ao seu lado, era imprescindível abdicar da vida criminosa, errante, de assassinatos e saques.

1)A pena de morte moraliza? Você é a favor da pena de morte?

Justifique.

2)Comente: "À pobreza, que é na realidade uma desgraça, deve a sociedade atribuir o maior número dos crimes que pune e dos erros e faltas que não se julga com o direito de punir. A pobreza nunca foi nem será jamais um elemento de elevação; ela foi e será sempre um elemento de degradação social".

"Se cuidarmos do hoje, Deus cuidará do amanhã" (Gandhi)... "As formigas reunidas vencem o leão" (Provérbio popular)... O peixe pula e nós pulamos da cama, sem preguiça, para CONSTRUIRMOS UM MUNDO MELHOR.

3)COMENTE: "Quanto mais medito sobre esse assunto, mais me parece que o evangelho que ensina a pobreza voluntária, considerada pela moderna ciência um absurdo econômico, e um impossível social, é antes um código de moral prática sujeito à revisão da sabedoria dos tempos, do que o corpo de leis de uma religião imutável. A prova de que não estou em erro, eu a vou achar no exemplo que nos dão os atuais ministros do evangelho, os quais, muito diferentes dos pescadores da Galiléia e da Samaria, descalços e humildes, o ensinaram gratuitamente a todas as gentes, empregam hoje todos os meios de tornar-se ricos e poderosos, e não lastimam a opulência, começando pelos que ocupam os primeiros lugares na hierarquia eclesiástica.

4)Comente:"Não sirvam estas verdades de consternação aos pobres. Sirvam-lhes antes de estímulo para que trabalhem, cultivem a terra, as indústrias, as artes, e possam, por seu próprio esforço, vir a ser independentes e felizes".

"A cólera é uma loucura breve" (Horácio)... O cuco chama para o dever! Acorda aí, compadre! Nunca fuja aos seus compromissos, e você será abençoado.

  • B - POESIA - AUTOR: GONÇALVES DIAS

  • a)"Canção do exílio":

"Minha terra tem palmeiras,/Onde canta o Sabiá;/As aves que aqui gorjeiam,/Não gorjeiam como lá./ Nosso céu tem mais estrelas,/Nossas várzeas têm mais flores,/Nossos bosques têm mais vida,/Nossa vida mais amores."

  • b)"Canção do tamoio":

"Não chores, meu filho;/Não chores, que a vida/É luta renhida;/Viver é lutar./ A vida é combate,/Que os fracos abate,/Que os fortes, os bravos/Só pode exaltar."

  • a)"I-Juca-Pirama":

"Sou bravo, sou forte,/Sou filho do Norte;/Meu canto de morte,/Guerreiros, ouvi..."

1)Comente o saudosismo e o nacionalismo nos poemas "Canção do exílio", "Canção do tamoio" e "I-Juca-Pirama"

2)Comente fazendo uma ligação entre o Índio Herói do Nacionalismo Romântico e a vida do homem moderno: "A vida é combate,/que os fracos abate,/Que os fortes, os bravos/Só pode exaltar" ("Canção do tamoio")".

 
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