9) O fragmento a seguir foi extraído do diálogo
entre o chefe Timbira e o prisioneiro Tupi, do poema "I-JUCA-PIRAMA",
que nada tem a ver com o "Juca de Pijama", e sim "aquele que vai
morrer".
- És livre; parte!
- Ora, não partirei; quero provar-te
Que um filho dos Tupis vive com honra,
E com honra maior, se acaso o vencem,
Da morte o passo glorioso afronta.
- Mentiste, que um Tupi não chora nunca,
E tu choraste!... Parte; não queremos
Com carne vil enfraquecer os fortes."
Depreende-se do texto que:
a) o prisioneiro Tupi conseguira sua libertação
graças à generosidade do Timbira
b) os Timbiras desprezavam os Tupis por julgá-los
covardes
c) nem todo inimigo era considerado pelos
Timbiras digno de ser sacrificado
d) a ferocidade dos índios era incompatível com
princípios morais
e) praticando a antropofagia, os índios não
apresentavam sentimentos humanos.
10)"Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá,
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá."
a) Aponte um aspecto temático da poesia lírica
de Gonçalves Dias que ressalta no texto
b) Onde é: "lá"?. E "cá"?

Vencer um vício realmente não é fácil
humanamente falando. Mas se você coloca DEUS neste negócio, aí a figura
muda de nome. VOCÊ SERÁ UM MAIS QUE VENCEDOR... "A Educação é a maior
riqueza de um povo (Amaral Fontoura)... BUSQUE SEMPRE A VIDA, NUNCA A
AUTODESTRUIÇÃO. Se você quiser, pode ficar livre dos vícios e ter uma
vida saudável em todos os aspectos. Mas se você PEDIR AJUDA A DEUS, com
certeza ELE vai atendê-lo.
Veja logo adiante como ficou a situação dos
negros após a Abolição da Escravatura. É um bom tema para DEBATE... "O
sábio nada afirma que não prove... Já pensou que é DEUS QUEM CAPACITA O
HOMEM? QUEM LHE DEU O TALENTO DE INVENTAR O AVIÃO? NOSSA VIDA PERTENCE
TODA AO SENHOR. POR ISSO DEVEMOS ESTAR SEMPRE GRATOS E PROCURAR FAZER
SUA VONTADE EM NOSSAS VIDAS.
11) "Com efeito, tudo indica que, na região do
café, a Abolição provocou efetivamente uma redistribuição da renda em
favor da mão-de-obra. Sem embargo, essa melhora na remuneração real do
trabalho parece haver tido efeitos antes negativos que positivos sobre a
utilização dos fatores. Para bem captar esse aspecto da questão é
necessário ter em conta alguns traços sociais mais amplos da escravidão.
O homem formado dentro desse sistema social está totalmente
desaparelhado para responder aos estímulos econômicos. Quase não
possuindo hábitos de vida familiar, a idéia de acumulação de riqueza lhe
é praticamente estranha. Demais, seu rudimentar desenvovimento mental
limita extremamente suas "necessidades". Sendo o trabalho para o escravo
uma maldição e o ócio bem inalcançável, a elevação de seu salário acima
de suas necessidades - que estão definidas pelo nível de subsistência de
um escravo - determina de imediato uma forte preferência pelo ócio."
(Celso Furtado)